Aparelho, que será lançado hoje, chegará às lojas em outubro e contará com duas câmeras traseiras. A versão de entrada custará US$ 2 mil, mas haverá um modelo mais caro 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O novo celular dobrável da Apple terá aparência bastante semelhante à do mais recente Z Fold8 da Samsung — Foto: Chris Ratcliffe/Bloomberg O celular dobrável da Apple, que será lançado nesta quarta-feira e chegará às lojas em outubro, vai se chamar iPhone Duo e virá nas cores branco e azul-escuro. O evento de lançamento ocorrerá em Cupertino, na Califórnia, a partir das 14h (horário do Brasil). O celular terá duas câmeras traseiras de 48 megapixels e uma câmera de 12 megapixels voltada para videoconferências. Haverá ainda um sistema de dobradiça magnética e suporte à caneta Apple Pencil. E, assim como o novo Z Fold8, da Samsung, o Duo terá um design mais curto e largo, ideal para assistir a vídeos. O aparelho também incluirá o novo modem C2 desenvolvido internamente pela Apple e o chip A20 Pro, além da possibilidade de executar aplicativos lado a lado e realizar multitarefas semelhantes às do iPad. O aparelho terá preço inicial de US$ 2 mil, o que o torna mais caro do que os modelos concorrentes da Samsung e de outras empresas, embora o preço esteja alinhado ao objetivo da Apple de lançar um produto com componentes caros. A versão de entrada terá 256 gigabytes de armazenamento. A Apple também vai oferecer versões com maior capacidade, elevando o preço para cerca de US$ 3 mil. Veja no vídeo abaixo o que esperar do evento: Segurança reforçada: os bastidores do lançamento dos novos iPhones da Apple O desafio é produzir algo atraente o suficiente para justificar o preço. E é por isso que a Apple está entrando nesse mercado agora. Os celulares dobráveis tradicionalmente não têm vendido bem e apresentam algumas desvantagens, como menor duração da bateria e câmeras inferiores. O vinco visível na tela quando os aparelhos são abertos também tem sido um ponto fraco. Mas isso pode finalmente estar mudando: a tecnologia e as cadeias de suprimentos evoluíram a ponto de ser possível aumentar a durabilidade, reduzir o problema do vinco e corrigir outras falhas. Isso poderia permitir que os celulares dobráveis chegassem ao grande público.