08/09/2026 21h46 Atualizado há 14 horas
Campeã do setor de papel e celulose do anuário Valor 1000, a Suzano vive um momento de efervescência. Em 2025 computou uma receita de R$ 50,1 bilhões, 6% a mais que a do ano anterior. As vendas consolidadas de celulose e diferentes tipos de papel alcançaram 14,2 milhões de toneladas no período, um recorde da companhia. O ano também foi importante para a consolidação de um ciclo de R$ 70 bilhões de investimentos programados para os últimos cinco anos, o que permitiu transformar expansão de capacidade em resultado operacional.
Para este ano, as previsões também são otimistas. Desde julho, a Suzano detém 51% da Arbex, empresa resultante da joint venture com a Kimberly-Clark no mercado de tissue (papéis de higiene), um negócio avaliado em US$ 3,7 bilhões. “Em 2026, graças ao fato de consolidarmos 100% do resultado da Arbex, haverá um aumento relevante de receita devido à entrada da joint venture em nosso portfólio”, sinaliza Beto Abreu, presidente da Suzano. O preço da celulose no mercado global e o câmbio também têm impacto sobre as receitas da empresa, que exporta 88% da sua produção. “O faturamento depende do preço da celulose e do câmbio; toda vez que o real se valoriza, como exportamos muito, o faturamento em reais pode cair”, explica o executivo.






