Quando Chloe, uma cadela de quatro anos, não corre por uma fazenda nos arredores de Bangalore, a capital tecnológica da Índia, ela aprende a farejar o hálito humano para detectar câncer com a ajuda de inteligência artificial.
Usando um capacete e uma coleira impressos em 3D equipados com sensores, Chloe participa de uma iniciativa experimental que busca aproveitar o extraordinário olfato dos cães para desenvolver uma ferramenta não invasiva de detecção de câncer.
Estudos globais sugerem que cães podem ser treinados para detectar o câncer e outras doenças, como Parkinson e Covid-19.
A startup Dognosis, com sede em Bangalore, usa IA para analisar a atividade cerebral, a respiração e a linguagem corporal dos cães, convertendo suas reações ao odor em dados.
"Eles podem farejar mil vezes por hora", diz Akash Kulgod, 26, cofundador da Dognosis. "Cada farejada pode avaliar uma amostra."










