Candidato à Presidência pelo PSD disse que nem Lula e nem o adversário Flávio Bolsonaro 'têm moral' para estar na disputa presidencial 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ronaldo Caiado, candidato do PSD à Presidência — Foto: Renato Pizzutto/Band O candidato à Presidência da República pelo Partido Social Democrático (PSD), Ronaldo Caiado, afirmou hoje que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato petista à reeleição, "entregou" o Brasil a facções criminosas e por isso não teria "moral" para falar sobre soberania do país. Leia mais "Como é que o presidente Lula vai defender soberania se ele entregou [o Brasil] a facções criminosas? Como é que ele vai defender soberania se ele nunca na vida desenvolveu uma política estruturante [para isso]?", questionou durante entrevsita coletiva após participar do desfile cívico nesta manhã, no Centro de Goiânia (GO). Na noite de ontem, o presidente Lula utilizou o pronunciamento em alusão do Dia da Independência, em rede nacional, para reforçar a defesa da soberania nacional. Sem mencionar os Estados Unidos diretamente, o petista defendeu o livre comércio, afirmou que as riquezas brasileiras pertencem ao povo e disse que o país não será “colônia de ninguém”. O candidato do PSD disse que Goiás é o "único Estado que pode comemorar" de fato o Dia da Independência do Brasil, argumentando que, ao contrário do estado que ele governou, as outras regiões do país estariam com territórios tomados pelo crime organizado. Caiado afirmou ainda que não faz sentido o presidente Lula falar sobre cidadania em seus discursos uma vez que o governo do petista está com "órgãos institucionais todos desmoralizados e envolvidos em corrupção". "O presidente Lula devolveu o Brasil ao crime. Ele devolveu o Brasil à corrupção. Ele hoje não tem autoridade moral para falar nem de patriotismo, muito menos de cidadania", acrescentou. As críticas ocorrem diante das novas revelações do Caso Master, que associa o ex-banqueiro Daniel Vorcaro aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes e André Mendonça. Ao atribuir os escândalos à gestão do governo Lula, ele classificou como "triste" o momento do atual governo. "A corrupção, a desordem e a total falta de credibilidade nas instituições do governo federal. Triste nós assistirmos isso neste momento da vida do governo", disse. Caiado também criticou o adversário do PL na corrida presidencial, Flávio Bolsonaro (RJ). Para ele, assim como Lula, o senador também não "tem moral" para estar na disputa. "O que vai pesar nessa eleição, até o dia 4 de outubro, vai ser aquilo que a gente tem autoridade moral, tá? E aí não dá realmente para esses dois disputarem. Nem Lula e nem Flávio", pontuou.