Jane Fonda criticou a possível fusão entre a Warner e a Paramount, anunciada em fevereiro, e defendeu o ator Mark Ruffalo, acusado pela Paramount de antissemitismo por também se opor à união das empresas, durante o Festival de Veneza.
"Eles querem viver para sempre, enquanto matam o resto de nós. Há duas coisas: a maioria desses caras, esses magnatas da tecnologia, esses oligarcas e bilionários, acham que as leis pelas quais o resto de nós vive não importam para eles, incluindo as leis da física", afirmou ela numa palestra do DVF Awards, prêmio da estilista Diane Von Furstenberg que celebra mulheres dedicadas a causas globais e integra o evento.
"Depois, eles vão tirar o direito ao voto. Dá para acreditar? E nós não vamos tolerar isso", adicionou Fonda, conhecida por filmes como "Barbarella" e a série "Grace e Frankie" e grande ativista de Hollywood na luta ambiental, pelos direitos civis e em defesa das mulheres, entre outras causas.
No evento, em que foi homenageada junto de figuras como Wawira Njiru, CEO da ONG Food4Education, e Gisèle Pelicot, artista francesa e sobrevivente do caso de estupro em massa na cidade de Mazan, a atriz ainda disse que quem atacou Ruffalo deveria se envergonhar e que ele tem muito apoio. O artista tem se destacado, nos últimos tempos, como uma voz na defesa da população palestina.














