Em estilo inglês, imóvel com seis suítes foi construído em 1986 pela família Amaral, ex-proprietária da antiga rede de supermercados Disco, e é considerado o mais caro do país 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Mansão mais cara do Brasil, no Jardim Pernambuco, no Leblon — Foto: Domingos Peixoto A mansão em estilo inglês apontada como o imóvel residencial mais caro do país — R$ 220 milhões — respira arte e luxo. São centenas de quadros e esculturas, além de diversos sofás e assentos de couro, móveis, portais e revestimentos de madeira, mesas e lustres de vidro, cristaleiras e luminárias sofisticadas. Na entrada, chama a atenção uma ampla escadaria de mármore, que lembra a do Theatro Municipal. Já o quintal conta com uma piscina e um heliponto. O imóvel, construído em um terreno de 11,5 mil metros quadrados no Jardim Pernambuco, no Leblon, na Zona do Sul do Rio, começou a ser demolido nesta quinta-feira, quando o GLOBO visitou o local. Após ir abaixo, processo que deve durar três meses, a casa dará lugar ao Estância Pernambuco, um minicondomínio com dez casas, em que casa lote custa a partir de R$ 19 milhões. Centenas de quadros, sofás e acentos de couro e móveis de madeira compõem o mobiliário de mansão no Jardim Pernambuco, no Leblon — Foto: Domingos Peixoto Todo o mobiliário irá a leilão. Um dos destaques da mansão é o "Retrato de Pierre de Frédy - Barão de Coubertin", quadro de óleo sobre tela de linho assinado pelo pintor brasileiro José Ferraz de Almeida Júnior. Elaborado em Paris, na estada do artista na Europa, a obra traz Pierre de Frédy apenas de cueca e segurança uma espada. Mais conhecido pelo seu título de nobreza Barão de Coubertin, ele foi um pedagogo e historiador francês, tendo ficado para a história como o fundador dos Jogos Olímpicos da era moderna, de acordo com descrição que acompanha a obra dentro do imóvel. Um dos destaques da mansão é o "Retrato de Pierre de Frédy - Barão de Coubertin", quadro de óleo sobre tela de linho assinado pelo pintor brasileiro José Ferraz de Almeida Júnior — Foto: Domingos Peixoto Obra assinada por artista formado na Europa Nascido no interior de São Paulo, em Itu, em 1850, o pintor José Ferraz de Almeida Júnior se mudou para o Rio aos 19 anos e matriculou-se na Academia Imperial de Belas Artes. Após uma fase acadêmica de sucesso, marcada por medalhas e menções honrosas, voltou para a cidade natal, montou um ateliê e passou a ensinar desenho. Mansão mais cara do Brasil, no Leblon, conta com ampla escadaria em mármore — Foto: Domingos Peixoto Em 1875, ganhou uma bolsa de estudos na Europa de Dom Pedro II, empolgado com o retrato que o artista fez do Comendador Antônio de Queiroz Teles. Na ocasião, o imperador estava em viagem a São Paulo, para a inauguração da Estrada de Ferro Mogiana. No ano seguinte, matriculou-se na Escola de Belas Artes de Paris. A piscina no quintal da mansão mais cara do Brasil, no Leblon — Foto: Domingos Peixoto A mansão foi construída em 1986 pela família Amaral, ex-proprietária da antiga rede de supermercados Disco. Esculturas no quintal da mansão mais cara do Brasil, no Leblon — Foto: Domingos Peixoto Notícias do Rio: Escolha dos sambas-enredos do carnaval 2027 entra na reta final; ouça os vencedores Amiga de jovem que escapou de sequestro no Engenho Novo foi perseguida por motociclista na mesma região, diz pai Em disputa expansionista, CV tem ‘homens de guerra’ que se notabilizam pela violência Segunda semana de Rock in Rio deve continuar chuvosa Ancelmo Gois: Estado do Rio gera 4,5 milhões de litros de chorume por dia, mostra estudo Em busca de mais uma Bandeira Azul, Praia do Sossego, em Niterói, terá novas obras Após cessão definitiva de área, obras de drenagem no Estádio Caio Martins, em Niterói, devem começar ainda este ano As melhores rodas de samba 2026: júri do GLOBO elege os pagodes imperdíveis do Rio; veja ranking CLIQUE AQUI E VEJA NO MAPA DO CRIME DO RIO COMO SÃO OS ROUBOS NO SEU BAIRRO
Veja como é por dentro a mansão de R$ 220 milhões que começa a ser demolida no Leblon
Em estilo inglês, imóvel com seis suítes foi construído em 1986 pela família Amaral, ex-proprietária da antiga rede de supermercados Disco, e é considerado o mais caro do país






