Rio de Janeiro e São Paulo têm a pior percepção da população em relação à melhoria das escolas públicas de seus estados ao longo dos últimos quatro anos, de acordo com a pesquisa "O que a população pensa sobre a educação 2026". Em ambos os casos, 25% dos entrevistados afirmam que a qualidade dessas instituições "piorou" ou "piorou muito" no período. Por outro lado, 38% apontam que a situação "melhorou" ou "melhorou muito" no RJ, enquanto 33% dizem o mesmo do ensino paulista —os percentuais são os mais baixos entre as unidades da federação do país.
Realizada pelo Instituto Ideia a pedido da Fundação Itaú, Fundação Lemann, Instituto Natura, Instituto Sonho Grande, Instituto Unibanco e Todos Pela Educação, a pesquisa ouviu 20 mil brasileiros com 16 anos ou mais em maio e julho deste ano. A margem de erro é de 1 ponto percentual.
No geral, 49% dos entrevistados do país avaliam que a qualidade das escolas públicas de seu estado melhorou ou melhorou muito nos últimos quatro anos, e 17% afirmam que piorou ou piorou muito.
O Nordeste apresentou a percepção mais positiva de evolução, com 56% de "melhorou" ou "melhorou muito". Os maiores percentuais estão em Alagoas (66%), no Ceará e em Sergipe (65% cada um). Enquanto isso, o Sudeste tem o menor índice entre as regiões, de 43%.







