Índices de ações rondam as mínimas de um mês com a retomada do choque do petróleo e da maior exigência dos investidores com a austeridade fiscal 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Reflexo de painel de cotações na bolsa de valores em Paris, operada pela Euronext NV — Foto: Nathan Laine/Bloomberg O avanço nos juros dos títulos soberanos europeus e os elevados preços do petróleo continuaram a pressionar as bolsas europeias, que encerraram esta quarta-feira em leve queda. Após os índices terem renovado recordes em meio à forte temporada de balanços do segundo trimestre, eles rondam as mínimas de um mês com a retomada do choque do petróleo e da maior exigência dos investidores com a austeridade fiscal. O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou em queda de 0,21%, aos 646,11 pontos . O DAX, de Frankfurt, recuou 0,50%, aos 25.839,33 pontos; o FTSE 100, de Londres, perdeu 0,30%, aos 10.756,45 pontos; e o CAC 40, de Paris, registrou perda de 0,26%, aos 8.280,63 pontos. Nos mercados de renda fixa do continente, o rendimento do Bund alemão de 10 anos alcançou o patamar mais elevado desde 2011, enquanto o retorno dos papéis britânicos de 10 anos (gilts) subiu ao maior nível desde 2007 e a taxa do OAT francês com o mesmo vencimento estava no maior valor desde 2008. As tensões no Golfo Pérsico permanecem elevadas dias após os Estados Unidos e o Irã terem retomado as hostilidades. Os países anotaram entre ontem e hoje a maior troca de ataques desde julho, embora a reação nos preços do petróleo seja relativamente contida, com o ativo mostrando volatilidade no pregão. A referência global, o Brent, avança e opera acima da faixa de US$ 95 por barril.