A gigante do fast-fashion Shein teve uma estreia discreta na Bolsa de Hong Kong nesta terça-feira (1), arrecadando US$ 1,7 bilhão (R$ 8,8 bilhões) em sua oferta pública inicial (IPO).
Os planos da empresa de listar suas ações em Nova York e Londres foram frustrados por questões regulatórias, mas em julho ela recebeu autorização das autoridades chinesas para vender ações no centro financeiro do sul do país.
No entanto, o preço de suas ações despencou até 10% na abertura do pregão nesta terça-feira (1). Em seguida, se recuperou e fechou o dia com queda de apenas 0,1%, a 48,5 dólares de Hong Kong (R$ 32,01) por ação.
A muito aguardada estreia na Bolsa avaliou a empresa em aproximadamente US$ 26,3 bilhões (R$ 136 bilhões), com um preço inicial por ação de 48,56 dólares de Hong Kong (R$ 32,07), significativamente menor do que os quase US$ 100 bilhões (R$ 518 bilhões) alcançados durante as rodadas de financiamento privado em 2022.
A Shein, conhecida por seus preços extremamente baixos e roupas de produção rápida, afirma que os fundos arrecadados serão usados para financiar suas capacidades tecnológicas e fortalecer sua presença internacional.












