Quando o assunto é proteína, é comum associar bons resultados ao consumo de grandes quantidades desse nutriente. No entanto, além de observar quanto é consumido diariamente, é importante prestar atenção à qualidade das fontes escolhidas e à forma como elas fazem parte de uma alimentação equilibrada.

Carnes magras, ovos, peixes e laticínios estão entre as opções de origem animal, enquanto soja, lentilha e quinoa são exemplos de fontes vegetais. Suplementos, como o whey protein, também podem ser utilizados em alguns casos, conforme as necessidades individuais.

A Dra. Sylvia Ramuth, médica pós-graduada em Nutrologia e diretora técnica do Emagrecentro, explica que fatores como composição de aminoácidos e digestibilidade ajudam a determinar a qualidade de uma proteína. A seguir, a especialista esclarece o que observar na alimentação e como adequar o consumo às necessidades do organismo. Confira!

1. Observe a qualidade das fontes

As proteínas são formadas por aminoácidos, utilizados pelo organismo em diferentes funções. Por isso, não é apenas a quantidade consumida que deve ser considerada na hora de montar as refeições. “A qualidade proteica é avaliada principalmente pela proporção de aminoácidos presentes e pela digestibilidade. Fontes de alta qualidade fornecem aminoácidos importantes para o funcionamento do organismo, incluindo a construção e reparação de tecidos e a produção de enzimas e hormônios”, explica a Dra. Sylvia Ramuth.