Nas últimas semanas, grandes e conhecidas empresas brasileiras passaram a frequentar uma lista que nenhum país gostaria de ver crescer.
A Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial para renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas. A Braskem aprovou um plano de recuperação extrajudicial diante de um endividamento estimado em R$ 56 bilhões. Raízen, GPA, Tok&Stok, Habib’s e outras companhias também recorreram a mecanismos de reestruturação financeira ao longo deste 2026.
Os problemas específicos variam, mas há um fator que aparece de forma comum a todos os casos —um ambiente de juros muito elevados por um longo período, encarecendo o custo financeiro de todas as empresas e os orçamentos das famílias.
Enquanto o endividamento se alastra, Brasília concentra sua energia política na pauta eleitoreira do fim da escala de seis dias de trabalho por semana.
A proposta é apresentada como avanço social e ganho para a qualidade de vida dos trabalhadores. São objetivos obviamente meritórios, mas nem mesmo se debateram a contento efetividade, impactos e prazos.










