Escritor, que foi o último da série de entrevistas com candidatos à presidência da República, se apresentou como alternativa à polarização, defendeu mudanças nos ministérios e a ampliação do Bolsa Família 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Augusto Cury (Avante) durante entrevista da TV Globo com candidatos à presidência da República — Foto: Globo/Manoella Mello Augusto Cury (Avante) foi o último candidato a conceder entrevista para a TV Globo na série de sabatinas que a rede de televisão tem realizado com os presidenciáveis. O escritor conversou com os jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli na noite do último sábado e a íntegra do conteúdo está disponível no GloboPlay para ser revisto. Durante a sabatina, o candidato defendeu a criação de 10 milhões de microempresas para conter o crescimento da dívida pública, a revisão de cargos comissionados e a taxação das bets em pelo menos 50%. Também propôs incluir mais pessoas no Bolsa Família, permitindo que os beneficiários tenham uma segunda renda sem perder o auxílio. O candidato afirmou que reduziria o número de ministérios, embora também tenha sugerido a criação de pastas para Segurança Pública e Robótica e Inteligência Artificial. Questionado sobre a contradição, disse que a área de tecnologia poderia funcionar como uma secretaria executiva, mas não informou quais ministérios seriam extintos. Para combater a violência contra as mulheres, Cury propôs aplicativos que conectem as vítimas às forças de segurança e o uso de drones em cidades maiores. Também defendeu a contratação de influenciadores digitais nas embaixadas, ou o treinamento de diplomatas por criadores de conteúdo, para promover o Brasil no exterior. Na saúde, Cury propôs ampliar a telemedicina para todas as especialidades e afirmou que as consultas remotas poderiam atender 80% dos casos do SUS.