Desde sua formação, o Stray Kids teve uma liberdade que foge à regra no k-pop. Os integrantes da boyband escolheram o próprio nome, criaram o logo, escreveram e compuseram as músicas. As gravadoras do pop da Coreia do Sul costumam controlar todo o processo criativo dos artistas.
A participação ativa permitiu construir uma identidade e constância na carreira —são 22 discos em oito anos—, o que contribuiu para o crescimento do grupo, hoje um dos maiores dessa indústria. O Stray Kids é o headliner de 11 de setembro no Rock in Rio, na estreia do dia dedicado ao k-pop no festival brasileiro.
Eles já demonstraram que têm fôlego para dar conta do posto. No ano passado, atraíram 160 mil pessoas em três shows esgotados nos estádios do Morumbis, em São Paulo, e Engenhão, no Rio de Janeiro. O número é o maior público do pop sul-coreano no Brasil até então.
Também têm experiência como atração principal de festivais internacionais, a exemplo dos Lollapalooza Chicago e Paris, BST Hyde Park, em Londres, e The Governors Ball, em Nova York.
Compõem o grupo Bang Chan, Lee Know, Changbin, Hyunjin, Han, Felix, Seungmin e I.N., com idades de 25 a 28 anos. A formação original trazia ainda Woojin, então vocalista principal, que saiu em 2019 –a gravadora alegou "circunstâncias pessoais".









