Integrantes da campanha do petista procuram local na capital federal para reunião 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Fotomontagem com registros de reunião entre o presidente Lula e empresários no Palácio do Planalto, incluindo os irmãos Joesley Batista (à esq.) e Wesley Batista (à dir.), da J&F, em maio deste ano — Foto: Fotos de Brenno Carvalho/O Globo Depois do jantar de Flávio Bolsonaro (PL) com nomes do mercado financeiro na quinta-feira em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reunirá um grupo restrito de representantes do PIB na segunda-feira em Brasília.Foram convidados, entre outros, os irmãos Joesley e Wesley Batista, da J&F, José Seripieri Júnior, dono da Amil, e Rubens Ometto, da Cosan. A informação foi revelada pela CNN e confirmada pelo GLOBO. A ideia inicial era realizar o jantar com os empresários no Palácio da Alvorada, mas integrantes da campanha estão procurando um outro local para evitar o risco de representações eleitorais por parte de adversário com acusação de uso de de prédio público para uma atividade de campanha. A reunião já estava marcada há dias. Por isso, integrantes da campanha à reeleição do petista negam que o jantar tenha sido organizado para dar uma resposta ao encontro de Flávio. A colunista Bela Megalo informou que Lula sinalizou a aliados que mudará de postura em relação aos banqueiros que estiveram com Flávio e adotará um relacionamento mais protocolar e distante com nomes que o presidente antes considerava próximos e com bom trânsito. Lula demonstrou maior decepção, especialmente com o presidente do Conselho de Administração do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco. O presidente do Conselho do Bradesco foi um dos banqueiros que Lula recebeu com mais frequência para conversas reservadas. Além disso, ele integra o “Conselhão” — apelido dado ao Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável da Presidência da República, que funciona como espaço de diálogo entre o governo e a sociedade civil. Em 2014, Lula sugeriu à presidente Dilma Rousseff, que havia acabado de ser reeleita, que nomeasse Trabuco seu ministro da Fazenda no segundo mandato. O presidente do Conselho do Bradesco recusou o convite, na época