O Rock in Rio 2026 terá um sistema de segurança com mais de 7.000 homens, incluindo 4.500 policiais militares, e um centro de controle aéreo para monitorar drones. O governo do Rio de Janeiro divulgou as informações sobre a organização do festival nesta sexta-feira (28).
Quanto ao centro aéreo, a ideia é identificar operadores de aeronaves não autorizadas, explica o secretário de Segurança Pública, Victor Santos. Segundo ele, é comum que drones recreativos sejam utilizados em eventos do tipo.
Entre as outras medidas anunciadas, também foi divulgado que 725 policiais civis atuarão na Cidade do Rock, cujos arredores contarão com 16 pontos de bloqueio para restringir o acesso a áreas próximas ao evento a pessoas autorizadas.
Além disso, o festival ainda contará com agentes da Polícia Civil especializados em furtos de celulares, seis pontos de atendimento ao público, onde será possível registrar boletins de ocorrência, e dezenas de profissionais de segurança privada.
Segundo um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Rock in Rio deve movimentar R$ 3,3 bilhões, com um faturamento quase 14% maior do que o de 2024, e atrair mais de 100 mil pessoas à Cidade do Rock. A pesquisa também mostra que o evento deve gerar 33,9 mil empregos, sendo 22,8 mil deles diretos.













