Por quase 25 anos, cientistas forenses vêm analisando e reanalisando fragmentos ósseos e outros restos mortais encontrados no local do ataque terrorista de 11 de setembro ao World Trade Center. Nesse período, identificaram mais de 1.600 vítimas.

Na segunda-feira (24), o prefeito Zohran Mamdani e o instituto médico-legal da cidade de Nova York anunciaram ter identificado mais uma vítima —a primeira identificação em quase um ano.

Dessa vez, porém, recorreram a uma nova ferramenta, que combina análise de DNA com trabalho investigativo do Departamento de Polícia, cujos agentes pesquisaram a árvore genealógica da vítima.

Uma criança deposita uma flor no memorial do World Trade Center, no 24º aniversário dos ataques de 11 de setembro de 2001 em Nova York - Christian Monterrosa - 11.set.25/Reuters

O instituto médico-legal contou com um grupo de investigadores conhecido como Esquadrão de Genealogia Genética Investigativa, que pesquisa bancos de dados genealógicos públicos em busca de pessoas cujos perfis possam vinculá-las geneticamente a evidências de DNA coletadas em cenas de crimes, às vezes em casos nos quais as investigações foram arquivadas por falta de pistas.