A descoberta recente foi possível graças ao uso da genealogia genética, que combina testes 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ataque ao World Trade Center em Nova York em 11 de setembro de 2001 — Foto: Seth Mcallister / AFP Autoridades de Nova York anunciaram a identificação de uma vítima dos ataques de 11 de setembro no World Trade Center, em Nova York, Estados Unidos, quase 25 anos após o atentado terrorista que matou quase 3 mil pessoas. Segundo a ABC News, com base em informações do Gabinete do Médico Legista da Cidade de Nova York e do Departamento de Detetives da Polícia de Nova York, a vítima mais recente identificada é uma mulher adulta cuja família preferiu manter sua identidade em sigilo. Até o momento, 1.654 vítimas foram oficialmente identificadas. Segundo as autoridades, a nova descoberta foi possível graças à genealogia genética, que combina testes de DNA com pesquisa de árvores genealógicas. — Tenho o prazer de anunciar que aplicamos novos métodos aos esforços de identificação do World Trade Center e, pela primeira vez em 25 anos, temos uma nova identificação graças à genealogia genética forense — disse o Dr. Jason Graham, chefe do Instituto Médico Legal da cidade de Nova York, em entrevista à ABC News. — É um grande avanço — comemorou o especialista. — O ataque ao World Trade Center foi o massacre mais letal da história dos EUA e também representa o esforço de identificação forense mais complexo da nossa história — enfatizou Graham. — E poder aplicar novas inovações a esse trabalho de identificação é uma maneira extraordinária de manter nosso compromisso com as famílias — concluiu. Os especialistas mostraram-se otimistas quanto ao alcance da aplicação da genealogia forense, que tem sido utilizada para solucionar casos policiais. — Já podemos ver que é promissor — disse a Dra. Jennifer Odien, antropóloga forense do Gabinete do Médico Legista da cidade de Nova Iorque, à imprensa local. — Nem todos os casos podem ser analisados ​​usando genealogia genética, mas temos perfis de DNA que não correspondem às nossas amostras de referência, então é nesse grupo que estamos nos concentrando agora e que, esperamos, trará resultados mais positivos — explicou a especialista, acrescentando que atualmente existem 47 perfis que poderiam ser identificados usando esse novo método. No total, os ataques de 11 de setembro de 2001 resultaram na morte de 2.977 pessoas, sendo 2.753 delas em Nova York, no World Trade Center. No entanto, ainda há 1.100 pessoas sem identificação formal. A busca por respostas continua para essas famílias. Museu da resistência do Afeganistão é reformado pelo regime talibã 1 de 12 Museu da resistência do Afeganistão é reformado pelo regime talibã — Foto: Wakil Kohsar/AFP 2 de 12 Mais de um milhão de afegãos foram mortos e milhões foram forçados ao exílio durante ocupação soviética que durou uma década e terminou em 1989 — Foto: Wakil Kohsar/AFP X de 12 Publicidade 12 fotos 3 de 12 Exposição relembra sofrimento de civis e luta pela independência — Foto: Wakil Kohsar/AFP 4 de 12 O Museu da Jihad é um edifício com mosaicos azuis e brancos brilhantes nas colinas de Herat, no oeste do Afeganistão — Foto: Wakil Kohsar/AFP X de 12 Publicidade 5 de 12 Dos 21 combatentes, ou mujahidin, em seu grupo, apenas sete sobreviveram — Foto: Wakil Kohsar/AFP 6 de 12 Dentro do edifício, uma exposição criada por acadêmicos do departamento de arte da Universidade de Herat relembra o sofrimento dos civis e a luta pela independência — Foto: Wakil Kohsar/AFP X de 12 Publicidade 7 de 12 Existem figuras de gesso representando mulheres atirando pedras contra as forças governamentais pró-soviéticas ou cuidando de combatentes feridos, sendo que uma delas passa um rifle para um homem — Foto: Wakil Kohsar/AFP 8 de 12 Quando o museu foi inaugurado em 2010, e por muitos anos depois, as estatuetas exibiam os rostos dessas mulheres e desses homens — Foto: Wakil Kohsar/AFP X de 12 Publicidade 9 de 12 Mas hoje, suas bocas, narizes e olhos foram removidos, restando apenas barbas e cabelos nos homens — Foto: Wakil Kohsar/AFP 10 de 12 O governo talibã, que assumiu o poder pela segunda vez em 2021, proibiu representações de seres vivos sob sua interpretação rigorosa da lei islâmica — Foto: Wakil Kohsar/AFP X de 12 Publicidade 11 de 12 O jardim ainda está repleto de vestígios da guerra: um caça soviético, helicópteros, tanques, peças de artilharia pesada e veículos militares — Foto: Wakil Kohsar/AFP 12 de 12 Antigamente, o local exibia grandes retratos de comandantes mujahidin, que mais tarde lutaram entre si em uma guerra civil que resultou na tomada do poder pelo Talibã em 1996 — Foto: Wakil Kohsar/AFP X de 12 Publicidade Exposição relembra sofrimento de civis e luta pela independência