0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 IBGE; prédio; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) — Foto: Geraldo Magela/Agência Senado A economia de serviços se concentrou na região Sudeste em 2024. É o que indicou a Pesquisa Anual de Serviços (PAS) referente àquele ano, veiculada nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Sudeste concentrou 63,7% do total da receita bruta do setor, que ficou em R$ 3,8 trilhões naquele ano. São Paulo foi destaque, entre as unidades da federação, com 43,5% do total da receita. Devido a mudanças metodológicas feitas pelo IBGE, os dados do estudo não podem ser comparados com resultados de anos anteriores, informou Marcelo Miranda, pesquisador do IBGE. O Sudeste concentrou 55,6% das companhias de serviços em 2024. A região também respondeu por 63,2% do pagamento de salários, retiradas e outras remunerações, naquele ano. A localidade também abrigou 55,6% do total de pessoal ocupado nas empresas de serviços em 2024. Em termos de salário médio, que naquele ano ficou em 2,2 salários mínimos na média nacional, a região também mostrou o maior patamar do setor, de 2,5 salários mínimos, seguido por Sul (dois salários mínimos), Centro-Oeste (1,9 salário mínimo), Norte (1,7 salário mínimo) e Nordeste (1,6 salário mínimo). Na análise regional das empresas de serviços daquele ano, os pesquisadores do instituto cruzaram os dados de sete grandes segmentos, que se desdobram em 34 atividades, e em como eles se espalham, pelas localidades. Em 23 das 27 unidades da federação, a atividade de serviços profissionais, administrativos e complementares foi a mais relevante, em termos de receita, informaram os técnicos.
Economia de serviços ficou concentrada no Sudeste em 2024, diz IBGE
Economia de serviços ficou concentrada no Sudeste em 2024, diz IBGE
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