Investigações da Polícia Federal sobre suposta atuação conjunta do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, de Camilo Antunes, o Careca do INSS, e Roberta Luchsinger mencionam três tentativas de fechar contratos no Ministério da Saúde.
As negociações envolveriam a venda de R$ 627 milhões em medicamentos à base de cannabis, a entrega de testes de diagnóstico para dengue e outras arboviroses, além de parcerias produtivas por meio da Iquego (Indústria Química do Estado de Goiás S.A.).
Nenhuma das tratativas avançou. A PF, porém, afirma que Lulinha atuava em "comunhão de interesses econômicos" com Roberta. Diz ainda que o filho do presidente seria o beneficiário indireto das ações da lobista.
Funcionários limpam fachada da sede do Ministério da Saúde, em Brasília - Ueslei Marcelino - 10.mai.21/Reuters
Os investigadores ainda afirmam que Roberta pagou R$ 217 mil em faturas de cartão de crédito, entre outras despesas, para Marco Aurélio Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula (PT), em 2024. No mesmo período, ela planejava a venda de canabidiol e dos testes de diagnóstico.









