Número avançou 5,5% sobre igual período do ano anterior, para 675 mil unidades 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O número de veículos financiados no Brasil, entre novos e usados, alcançou 675 mil unidades no mês passado, o melhor julho desde 2008, segundo dados da B3. O número representa alta de 8,9% em relação a junho e de 5,5% na comparação com julho de 2025. O levantamento inclui automóveis leves, motocicletas e veículos pesados. Os usados ficaram à frente em volume, com 416 mil unidades financiadas no mês — avanço mensal de 9,5% e anual de 1,7%. Já os veículos novos somaram 259 mil unidades, com crescimento de 7,9% na comparação mensal e de 12,3% em relação a julho do ano passado. “O financiamento de veículos segue em trajetória de alta e, em julho, registrou uma média de mais de 21 mil unidades por dia. Esse volume mostra a força do mercado e reforça a importância de uma estrutura sólida, como a da Trillia, para dar suporte à operação, ampliar a eficiência e sustentar esse crescimento com segurança e escala”, afirma Bruno Saldanha, gerente de Produtos na Trillia, linha de negócios de dados da B3. Por tipo de veículo, os automóveis leves responderam por 480 mil unidades, com alta mensal de 10,5% e anual de 6,1%. As motos atingiram 164 mil unidades, avanço de 5,3% frente a junho e de 2,4% na comparação com julho do ano passado. Já os pesados registraram 30 mil financiamentos, com crescimento de 3,7% e 11,6%, na mesma base de comparação. Modalidades de financiamento O Crédito Direto ao Consumidor (CDC) segue como a principal modalidade de financiamento, representando 86% das operações em julho, seguido pelo consórcio, com 13,2%. O CDC teve crescimento anual de 5,9%, enquanto o consórcio avançou 3,9% no mesmo período. As taxas médias de juros para aquisição de veículos, divulgadas com um mês de atraso, em junho ficaram em 26,44% ao ano para pessoas físicas e 18,75% ao ano para pessoas jurídicas. Ao mês, as taxas médias foram de 1,97% e 1,44%, respectivamente. Ainda em junho, a inadimplência acima de 90 dias ficou em 6,57% entre pessoas físicas e em 5,42% entre jurídicas. — Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil