Quatro homens foram presos em flagrante na noite do sábado (22) durante uma tentativa de roubo a uma joalheria na região da Sé, no Centro de São Paulo. Segundo a Polícia Militar, o grupo havia alugado uma sala no mesmo prédio do estabelecimento e passou quase dois meses observando a movimentação dos funcionários antes de executar o crime. Os suspeitos entraram no prédio pela garagem e usaram um maçarico para arrombar a joalheria. A intenção era retirar diversas joias e fugir em carros que estavam preparados do lado de fora. Segundo a apuração da TV Globo, um dos homens tentou distrair o porteiro para impedir que ele acompanhasse a movimentação pelas câmeras de segurança. Enquanto isso, os outros integrantes do grupo colocavam os produtos em veículos. O porteiro, porém, desconfiou da atitude do suspeito. Quando ele se distraiu, o funcionário conseguiu observar os outros homens guardando os objetos roubados nos carros. Agora no g1 O porteiro correu para a rua em busca de ajuda e encontrou policiais militares que passavam pelo local. A equipe foi até o prédio e interrompeu o roubo. Um dos suspeitos foi localizado na garagem, dentro de um dos carros. Ele tentou fugir correndo, mas foi alcançado e preso. Outro homem foi encontrado ainda dentro da joalheria. Os outros dois foram detidos nas proximidades minutos depois. No porta-malas de um dos veículos usados pelo grupo, os policiais encontraram malas com produtos roubados, entre eles anéis, correntes e relógios. Segundo a polícia, os dois carros usados pelos suspeitos estavam com placas falsas. Ainda de acordo com a apuração, horas antes do crime, o grupo havia pedido ao síndico autorização para fazer uma suposta manutenção na sala alugada fora do horário comercial. O pedido teria sido uma estratégia para entrar no prédio e executar o roubo. Polícia prendeu criminosos que tentaram roubar joalheria no Centro de SP — Foto: Johan Carlos/TV Globo
Quatro homens são presos em flagrante durante tentativa de roubo a joalheria na Sé | G1
Segundo a polícia, grupo alugou sala no mesmo prédio e passou quase dois meses observando a movimentação antes do crime; suspeitos usaram maçarico e estavam com joias e carros de placas falsas.







