Arrecadação de tributos em geral cresceu 18% em seis meses, disse secretário de Fazenda 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Secretário estadual de Fazenda do Rio, Guilherme Mercês — Foto: Ana Branco / Agência O Globo / 07-07-2023 RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você Para reverter um deficit previsto de R$ 19 bilhões até 2026, o governo fluminense extinguiu quase 6 mil cargos públicos e intensificou a fiscalização contra a sonegação de impostos. Impulsionado por um salto de 500% nas apreensões em barreiras fiscais, o Rio registrou alta de 18% na arrecadação geral de ICMS no semestre, liderando o crescimento nacional sem elevar impostos. Para melhorar o ambiente de negócios, o governo estadual renovou mais de 60 benefícios fiscais vencidos e determinou a auditoria de todos os contratos públicos. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O secretário estadual de Fazenda, Guilherme Mercês, disse nesta sexta-feira que a arrecadação do governo do Estado com ICMs cobrado de combustíveis aumentou em 40% em comparação ao mesmo período do ano passado. Isso foi possível com uma série de ações, inclusive o combate à sonegação fiscal: - Hoje, o Rio de Janeiro é o estado que a arrecadação de ICMS mais cresce no Brasil: chegou a 18% no acumulado no semestre, contra 7% da média nacional. Há prévias que em agosto esse aumento de receita chegue a 23%. Sem abrir mão de melhoria no ambiente de negócios e renovação de mais de 60 benefícios fiscais vencidos, após o tema ser provocado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Ou seja, estamos tento mais arrecadação sem o aumento da carga tributária- disse o secretário. As declarações foram feitas durante o 25º Fórum Empresarial Lide, no hotel Fairmont, em Copacabana. - A gente tem um governador absolutamente técnico se comprometendo em fazer as coisas como elas devem ser e um secretariado técnico com interlocução com todos os autores da sociedade: Tribunal de Contas do Estado (TCE), Ministério Público, Alerj e o ambiente empresarial. E com o compromisso de rever despesas e o desequilíbrio fiscal que previa um deficit de R$ 19 bilhões em 2026. A meta é reverter esse deficit e entregar o estado no positivo. Para isso, acrescentou Mercês, foram adotadas medidas para a contenção de despesas. Isso incluiu a extinção de quase 6 mil cargos públicos, sem prejuízos para a manutenção da máquina, auditoria em todos os contratos públicos e esforços para aumentar a arrecadação do ICMS