Carnavalesco Tarcísio Zanon, a frente da Viradouro, revelou o impacto dos conflitos mundiais na preparação das escolas para 2027 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Tarcísio Zanon é o carnavalesco da Viradouro, que levou, em 2023, à Avenida o enredo 'Rosa Maria Egipcíaca' — Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo Veja que coisa. O carnavalesco da Viradouro Tarcísio Zanon afirmou que as consequências das guerras entre Rússia e Ucrânia, e as ofensivas dos Estados Unidos e Israel no Oriente Médio chegaram nas escolas de samba. É que, segundo ele, os conflitos elevam o preço dos combustíveis e bloqueiam algumas rotas, impactando diretamente as importações. "Materiais como penas, tecidos, até os mais corriqueiros do carnaval, tudo isso é mais difícil de conseguir, porque é mais difícil conseguir importação. É um gap para este ano. É um ano que eu acredito que, plasticamente, os carnavalescos, as escolas e suas equipes criativas vão ter um desafio muito maior para colocar as escolas bonitas, opulentas, e tudo que a gente gosta de ver na Avenida”, disse o carnavalesco em entrevista ao canal Xiado Carioca. A alternativa tem sido inovar. “Não tendo um material, a gente tem que trabalhar outros materiais, ou então ser muito mais artesanal, o que demanda muito mais mão de obra para construir a festa. Mas o carnaval vai sair lindo, gente”, assegurou o campeão do carnaval de 2026, que homenageou Mestre Ciça. Assim seja.