Convenção na Mongólia reúne recorde de 23 mil participantes, mas tensões entre potências travaram discussões sobre marco que entrará em vigor no pós-2030 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Nômade conduz camelos pelo deserto de Gobi, na Mongólia, sede da COP: estudo estima que 40% das terras do mundo estejam degradadas, impactando mais de 3,2 bilhões de pessoas globalmente — Foto: Cem Saner/Anadolu via Getty Images Choveu surpreendentemente forte na quarta-feira no Parque Nacional de Ulan Bator, a capital da Mongólia, país asiático de clima árido e semiárido conhecido por seus longos e gelados invernos. O som da chuva abafou a voz de delegados de 197 países concentrados nas salas da COP17, a reunião dos representantes das nações que assinaram a Convenção de Combate à Desertificação. Os participantes, um recorde de 23 mil pessoas, consideraram o aguaceiro bom presságio para o evento que, em duas semanas, tem que produzir decisões sobre esforços internacionais de combate à desertificação, à degradação do solo e à seca. Até porque, logo no início, a geopolítica travou o tabuleiro multilateral.

Mais recente

Próxima

EUA levam ‘guerra ao terror’ contra cartéis para alvos em terra

Conheça o Valor One Acompanhe os mercados com nossas ferramentas