0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 A bandeira confederada, originária da Guerra Civil dos Estados Unidos, é amplamente associada ao racismo e à supremacia branca — Foto: Divulgação O Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) pediu à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal que compartilhe informações sobre a Operação Rede Interrompida e avalie encaminhar ao Tribunal Superior Eleitoral os elementos da investigação relacionados às eleições de 2026. Deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal, a operação mira um grupo extremista cujos integrantes, com idades entre 19 e 31 anos, são investigados por usar canais no Telegram para difundir conteúdo neonazista, antissemita e misógino, recrutar participantes e discutir ações violentas. Os alvos estão em Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Pernambuco e Rio Grande do Sul. Durante a investigação, surgiram conversas sobre uma mobilização em Brasília durante o período eleitoral, incluindo planos de invasão de prédios públicos, definição de alvos, treinamento tático, compartilhamento de mapas e plantas de edifícios públicos e até manuais para fabricação de explosivos. No ofício enviado ao secretário de Segurança do DF, Alexandre Rabelo Patury, o CNDH afirma que esses indícios podem representar ameaça à normalidade do processo eleitoral e solicita informações sobre o andamento das investigações, a eventual existência de planos de ataques contra instituições públicas e autoridades eleitorais, as ações coordenadas entre os órgãos de segurança e as medidas adotadas para proteger as eleições. O conselho também pede que a secretaria avalie remeter os elementos da investigação ao TSE para que a Corte decida sobre eventuais providências no âmbito de suas atribuições de defesa do processo democrático. O documento é assinado pela presidenta do CNDH, Ivana Leal, e pelo conselheiro Carlos Nicodemos, responsável pela relatoria especial de enfrentamento ao discurso de ódio, extremismo e neonazismo.
Investigação sobre grupo extremista que planejava agir nas eleições pode chegar ao TSE
Investigação sobre grupo extremista que planejava agir nas eleições pode chegar ao TSE
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