0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Pastor Silas Malafaia — Foto: Ana Branco Silas Malafaia reagiu à formalização da ação penal contra ele por injúria ao Alto Comando do Exército. O pastor alega que a denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirma que ele cometeu o crime contra o comandante do Exército, Tomás Paiva. Malafaia argumenta, no entanto, que não fez citações nominais ao criticar os generais em um ato na Avenida Paulista. — O procurador me denuncia ao Supremo Tribunal Federal (STF), dizendo que eu cometi crime de injúria e calúnia contra o comandante do Exército, Tomás Paiva. Mas eu não cito o nome dele, falo de maneira genérica. É a mesma coisa que alguém dizer “bando de pastores frouxos”. Gonet induz o STF ao erro — disse Malafaia à coluna. O Ministério Público Federal atribuiu ao pastor "evidente propósito de constranger e ofender publicamente os oficiais-generais do Exército, entre eles o Comandante do Exército Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva". Em uma manifestação em São Paulo, em abril do ano passado, o pastor questionou a atuação dos militares diante da prisão de Walter Braga Netto, que na época era investigado por tentativa de golpe e segue preso até hoje. Malafaia disse que os generais de quatro estrelas seriam uma "cambada de frouxos" e "covardes", além de classificá-los como "omissos". O pastor ainda criticou o fato de Gonet ter direcionado seu processo para o ministro Alexandre de Moraes, que será o relator do caso. — Eu não tenho foro privilegiado, mas o Gonet mandou o inquérito para Alexandre de Moraes sob o argumento de que tem conexão com os inquéritos das fake news e milícias digitais. Isso é uma fala minha de liberdade de expressão e tenho direito a responder no juízo de primeiro grau e não no STF — disse Malafaia.
Malafaia reage à ação penal do STF por injúria contra Alto Comando do Exército
Malafaia reage à ação penal do STF por injúria contra Alto Comando do Exército






