Senador Rogério Marinho afirma que PSD se comporta como ‘linha auxiliar’ do PT 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Senador Rogério Marinho — Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo Coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), o senador Rogério Marinho (PL-RN) reagiu às declarações do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, e afirmou que a candidatura do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), à Presidência “não é para valer”. Kassab disse a empresários na quinta-feira que Flávio “não tem a menor chance” de vencer a eleição e que o chamado Centrão está alinhado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração ocorre em um momento em que a campanha de Flávio não conseguiu atrair para sua aliança partidos do Centrão que eram considerados alvos prioritários. Ao longo da pré-campanha, o PL tentou se aproximar do Republicanos e da federação formada por PP e União Brasil, mas não conseguiu fechar apoio formal. As siglas decidiram manter neutralidade na disputa presidencial, embora possam compor com o PL nas eleições estaduais. O PSD, por sua vez, lançou Caiado como candidato ao Planalto e manteve Kassab na chapa como candidato a vice-presidente. É nesse contexto que Marinho classifica a candidatura adversária como uma espécie de encenação para favorecer Lula. Em publicação nas redes sociais, o senador acusou o PSD de atuar como “linha auxiliar” do governo petista. "O PSD do Kassab tem 3 ministros no governo do PT e se comporta de forma previsível como linha auxiliar, para tentar de qualquer forma eleger Lula. Está cada vez mais claro que a candidatura apresentada não é para valer e que o sistema se uniu por se sentir ameaçado", escreveu. Marinho também afirmou que “as máscaras estão caindo” e disse que Kassab e os demais adversários de Flávio teriam se esquecido de combinar a estratégia com os eleitores. "Mas esqueceram de combinar com o povo e Flávio Bolsonaro vencerá as eleições para retomarmos os trilhos da prosperidade", afirmou. A reação ocorreu após Kassab dizer, em encontro reservado com empresários em São Paulo, que a chance de Flávio ser eleito seria “zero”. O presidente do PSD afirmou que o senador ainda estaria sendo “preservado” pelos adversários e que, quando o PT começar a mostrar “quem é o Flávio” e quem está ao redor dele, o candidato do PL deverá perder força. Kassab também apresentou Caiado como uma alternativa para o eleitor que não quer Lula e afirmou que os partidos deram um “presente” ao candidato do PSD com a redistribuição do tempo de TV. — MDB, PP, União Brasil e Republicanos, na hora que eles abrem mão de ter candidato, o tempo de TV deles é redistribuído aos candidatos que existem. Como só tem quatro candidatos, Lula ficou com 5 minutos, mas para ele tanto faz 6, 4, 10 minutos, porque todo mundo sabe se quer ou não quer, o Flávio é a mesma coisa. Mas o Caiado, que ia ter 50 segundos, agora tem 2 minutos e 20 segundos. É uma eternidade, quase uma novela — opinou. O governador de Goiás marcou 4% das intenções de voto na pesquisa Genial/Quaest divulgada em 5 de agosto, enquanto Flávio apareceu com 30% e Lula com 39%. O dirigente do PSD afirmou, porém, que levantamentos internos de sua campanha indicam reação de Caiado após a estruturação de sua equipe.
Coordenador da campanha de Flávio rebate Kassab, diz que candidatura de Caiado ‘não é para valer’ e que PSD atua para eleger Lula
Senador Rogério Marinho afirma que PSD se comporta como ‘linha auxiliar’ do PT








