“A gente sempre prioriza o atendimento ao mercado brasileiro e às regiões próximas”, afirma Rosana Avolio, diretora de relações com investidores 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Polo gás-químico da Baskem em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, Rio — Foto: Divulgação/Braskem As tarifas aplicadas pelos Estados Unidos a exportações do Brasil afetam alguns produtos do portfólio da Braskem, mas não chegam a ter um “impacto material” para o negócio da companhia. As afirmações são da diretora de relações com investidores, planejamento estratégico e inteligência de mercado da petroquímica, Rosana Avolio. “A gente sempre prioriza o atendimento ao mercado brasileiro e às regiões próximas”, disse ela a jornalistas, em entrevista sobre o desempenho da empresa no segundo trimestre. “Quando falamos de resinas, o mercado americano, de fato, não é um mercado cativo para a companhia”, completou. Avolio afirmou que, em resinas, principalmente, os EUA não são um “mercado cativo”, afetando apenas parte dos produtos químicos. “Ele não é exatamente, do ponto de vista de materialidade, o nosso mercado cativo, porque priorizamos o mercado brasileiro e o mercado sul-americano”, completou. O comando da companhia comentou também o cenário internacional diante da guerra no Oriente Médio. Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da Braskem, Carlos Brandão, a volatilidade dificulta fazer projeções para o terceiro trimestre, mas, de acordo com ele, as consultorias internacionais sugerem “spreads” (prêmio de risco) moderados, com “upsides” (valorização) pontuais no mercado petroquímico. Durante o segundo trimestre, o custo de produção maior na Ásia afetou os preços de resina e químicos no mercado internacional em relação ao trimestre anterior. Esse movimento abriu uma janela de exportação para o polietileno (PE) com margens superiores, comentou.
Tarifas afetam alguns produtos exportados, mas impacto não é material para a Braskem, diz comando
“A gente sempre prioriza o atendimento ao mercado brasileiro e às regiões próximas”, afirma Rosana Avolio, diretora de relações com investidores









