Alvinegro perdeu por 6 a 1 para o Cienciano pelas oitavas da Sul-Americana 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ex-dirigente do Flamengo, Marcos Braz brinca após goleada do Botafogo para Cienciano — Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo e Jose Angulo / AFP Ex-vice de futebol do Flamengo e atualmente deputado federal pelo Rio de Janeiro, Marcos Braz (PSDB-RJ) provocou o Botafogo após a goleada por 6 a 1 para o Cienciano, na altitude de Cusco, no Peru, na última quinta-feira, pelas oitavas da Sul-Americana. Nas redes sociais, o ex-dirigente rubro-negro publicou ser "pelo fim da escala 6x1", utilizando o debate sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que tramita no Senado Federal como referência ao placar da partida do alvinegro. — Bom dia! Já disse e vou repetir, pelo fim da escala 6x1 — escreveu Marcos Braz no X (antigo twitter), na manhã desta sexta-feira. Marcos Braz provoca o Botafogo nas redes sociais — Foto: Reprodução / X O Botafogo entrou para a história negativa dos clubes brasileiros em competições da Conmebol com a derrota por 6 a 1 para o Cienciano, em Cusco. A diferença de cinco gols igualou a maior já registrada contra uma equipe do país em torneios organizados pela entidade. Ao mesmo tempo, o placar estabeleceu uma marca inédita: foi a primeira vez que um clube brasileiro sofreu seis gols de um adversário estrangeiro em uma competição da Conmebol. Pelo critério da diferença no placar, o 6 a 1 fica no mesmo patamar de um 5 a 0. Essa era justamente a margem máxima já sofrida por brasileiros diante de equipes estrangeiras. Entre os casos estão o 5 a 0 do América de Cali sobre o Athletico-PR, pela Libertadores de 2002, o 5 a 0 do Independiente del Valle sobre o Flamengo, em 2020, e o 5 a 0 do The Strongest novamente sobre o Athletico-PR, em 2022. O número absoluto de gols sofridos, porém, torna a derrota do Botafogo diferente das demais. Nenhum time estrangeiro havia conseguido marcar seis vezes contra um brasileiro em um único jogo de competição da Conmebol. O Cienciano rompeu esse limite ao transformar uma goleada que já seria histórica pela margem em um placar também inédito pela quantidade de gols sofridos. A partida de volta contra o Cienciano acontecerá no estádio Nilton Santos, na próxima quinta (20), às 21h30. O clube carioca precisará vencer por seis gols de diferença para seguir às quartas da Sul-Americana. Se conseguir devolver a goleada por cinco, forçará a disputa de pênaltis. Voltar a jogar no nível do mar diante do torcedor poderia ser um fator animador para uma virada, mas a equipe do treinador Franclim Carvalho se colocou em um buraco extremamente fundo.