Licença de financeira veio somente em 2019 e, nos últimos anos, grupo fez diversos aumentos de capital na unidade 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 A financeira Simpala, que teve sua liquidação extrajudicial decretada hoje pelo Banco Central, começou como uma concessionária de veículos em Porto Alegre em 1970, mas logo se expandiu para o segmento de consórcios. A licença de financeira veio somente em 2019 e, nos últimos anos, o grupo fez diversos aumentos de capital na unidade. Segundo dados do sistema IFData, do Banco Central, em março a Simpala tinha R$ 668,586 milhões em depósitos a prazo, que agora serão cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Os ativos somavam R$ 792,734 milhões, sendo R$ 292,481 milhões na carteira de crédito. O índice de Basileia estava em 10,08%, o que indica que, em tese, o grupo não tinha problemas tão graves de capital. O grupo Simpala foi criado por Flávio Sá Brito Vianna. Em 2022, as concessionárias foram vendidas por R$ 70 milhões e o grupo focou exclusivamente no setor financeiro, com quatro unidades (financeira, consórcio, seguros e promotora). O grupo Simpala foi criado por Flávio Sá Brito Vianna. Em 2022, as concessionárias foram vendidas por R$ 70 milhões e o grupo focou exclusivamente no setor financeiro, com quatro unidades (financeira, consórcio, seguros e promotora). Em 2021, Glauco Klug Vieira, executivo que tinha passagens por GM Financial, Pine e Fibra, se tornou sócio e CEO da financeira. O outro sócio atual é Flávio Augusto Degrazia Vianna. Procurada, a Simpala ainda não se manifestou. Loja da Simpala Financeira, liquidada pelo Banco Central — Foto: Reprodução/LinkedIn
Financeira gaúcha liquidada pelo BC começou como concessionária de veículos e tinha R$ 669 milhões em depósitos
Licença de financeira veio somente em 2019 e, nos últimos anos, grupo fez diversos aumentos de capital na unidade










