Amira Evans, de 27 anos, conta que homens casados pagam mais de R$ 700 por peças íntimas e revelam como incorporam o fetiche à rotina de trabalho 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Criadora de conteúdo adulto conta o pedido inusitado de empresários casados — Foto: Reprodução Instagram Amira Evans, atriz de conteúdo adulto de 27 anos, afirma ter descoberto um tipo de fetiche que, segundo ela, aparece com frequência entre seus clientes: homens que compram suas roupas íntimas para usá-las escondidas sob a própria roupa. Entre os compradores, diz, há empresários e homens casados que vestem as peças durante o expediente, inclusive em reuniões de trabalho. O relato chama atenção menos pelo valor da lingerie do que pela dimensão secreta atribuída ao objeto, uma fantasia particular que, para alguns clientes, permanece invisível no cotidiano. A procura também movimenta um mercado de peças usadas. Segundo Amira, calcinhas que custam cerca de 2 euros podem ser revendidas por mais de 100 euros, o equivalente a aproximadamente R$ 700. O preço pode aumentar quando a peça é utilizada durante atividades físicas. Além das roupas íntimas, a atriz conta que recebe pedidos por tops esportivos e meias usadas. Amira Evans, criadora de conteúdo adulto, surpreende ao revelar fetiche de homens casados — Foto: Reprodução Instagram O segredo por trás do fetiche De acordo com Amira, alguns compradores relatam que vestem as peças por baixo da roupa social durante todo o dia. Entre eles, afirma, estão homens casados e pais que usam as calcinhas sob a própria roupa íntima enquanto participam de compromissos profissionais. Para a atriz, o componente mais importante da fantasia parece estar justamente no caráter secreto da experiência. "Acho que eles adoram saber que ninguém ao redor delas faz a menor ideia", afirmou. Segundo ela, os clientes descrevem a situação como um segredo compartilhado entre eles e a criadora. Um dos compradores, conta Evans, teria revelado manter uma coleção de lingeries escondida em uma bolsa de golfe, sem que a mulher soubesse. Como a esposa seria pequena, ele dizia não conseguir usar as roupas dela e, por isso, optava por comprar peças e brinquedos em tamanhos maiores para si. Criadora de conteúdo adulto diz que empresários pagam mais de R$ 700 por fetiche inusitado — Foto: Reprodução Instagram Nem todo pedido envolve sexo A relação entre a atriz e seus assinantes, porém, não se limita a pedidos de natureza sexual. Amira afirma que alguns clientes pagam para vê-la realizar atividades corriqueiras, como lavar a louça, passar pano ou tomar banho. Outros querem apenas vê-la caminhar pela casa para comprovar sua altura de 2,01 metros. Há ainda solicitações mais simples, como mandar beijos para a câmera ou dizer o nome do assinante. A variedade dos pedidos, segundo ela, mostra como o consumo de conteúdo personalizado pode ultrapassar as expectativas mais convencionais sobre o que desperta o interesse de quem paga por esse tipo de interação. Evans também diz receber pedidos relacionados a peças utilizadas durante exercícios, embora nem sempre aceite esse tipo de solicitação. Em alguns casos, afirma considerar a prática anti-higiênica. Criadora de conteúdo adulto revela segredo que clientes casados levam para o trabalho — Foto: Reprodução Instagram A relação com o próprio corpo Outro aspecto que surpreendeu a atriz foi a reação dos assinantes à sua celulite. Segundo Amira, em vez de críticas, ela costuma receber elogios à característica que muitas mulheres são estimuladas a esconder. Para ela, existe uma distância entre a imagem corporal difundida nas redes sociais e aquilo que desperta desejo ou interesse entre seus clientes. "Eles não estão me pedindo para esconder minha celulite ou mudar meu corpo", declarou. Na avaliação da atriz, parte do público que a acompanha justamente demonstra interesse por características que, fora desse ambiente, são frequentemente associadas à insegurança e à pressão estética.