JD Vance é um dos membros do governo mais céticos quanto a benefícios da ofensiva 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Vice-presidente americano, JD Vance contradiz Trump e diz que preço do petróleo é prioridade dos EUA na guerra contra o Irã — Foto: Alex Wroblewski/AFP O vice-presidente JD Vance afirmou, nesta quinta-feira, que a maior prioridade dos Estados Unidos na guerra com o Irã é manter baixos os preços do petróleo e da gasolina para os americanos e acrescentou que a questão das armas nucleares de Teerã ocupa o segundo lugar. As declarações contrastam com a ênfase repetida pelo presidente Donald Trump sobre o conflito. Para ele, a entrada na guerra teve como único objetivo impedir que o Irã obtivesse uma arma nuclear, mesmo que isso implicasse sacrifícios econômicos de curto prazo para os americanos. "Sei que hoje o petróleo está em queda e muito abaixo dos picos registrados nos primeiros dias do conflito", disse Vance à Fox News. "Esse é o objetivo número um: manter o petróleo e a gasolina baratos para os americanos em todo o país. E, depois, obviamente, o objetivo número dois é garantir que o Irã nunca obtenha uma arma nuclear", acrescentou. Os comentários de Vance também ressaltaram a crescente realidade de que a guerra agora gira em torno do controle do Estreito de Ormuz, que o Irã conseguiu colocar no centro da agenda de negociações. Veja fotos do Estreito de Ormuz, foco de tensão entre Irã e Estados Unidos 1 de 12 Navio comercial visto da costa de Dubai em meio ao fechamento do Estreito de Ormuz — Foto: AFP 2 de 12 Estreito de Ormuz é uma região entre Irã e Omã — Foto: Reprodução/Nasa X de 12 Publicidade 12 fotos 3 de 12 Navios na costa de Dubai em meio à crise no Estreito de Ormuz — Foto: AFP 4 de 12 Imagem de satélite mostra a localização do Estreito de Ormuz — Foto: Divulgação/Nasa via AFP X de 12 Publicidade 5 de 12 Navio é visto perto da costa de Ras al-Khaimah, nos Emirados Árabes Unidos, a caminho do Estreito de Ormuz — Foto: AFP 6 de 12 Navio da Guarda Revolucionária em exercício no Estreito de Ormuz — Foto: SEPAH NEWS / AFP X de 12 Publicidade 7 de 12 Lancha se aproxima de navio no Estreito de Ormuz — Foto: Giuseppe CACACE / AFP 8 de 12 Lancha trafega pelo Estreito de Ormuz perto da costa dos Emirados Árabes Unidos — Foto: FADEL SENNA / AFP X de 12 Publicidade 9 de 12 Cargueiro tailandês foi atacado perto do Estreito de Ormuz, no último dia 11 — Foto: AFP 10 de 12 Navios petroleiros na região do Estreito de Ormuz — Foto: Giuseppe Cacace/AFP X de 12 Publicidade 11 de 12 Petroleiros seguem fundeados no Terminal de Carga de Khor Fakkan, nos Emirados Árabes Unidos, no Estrei no Ormuz — Foto: AFP 12 de 12 Navio da Marinha iraniana participa de exercícios navais na região do Estreito de Ormuz — Foto: EBRAHIM NOROOZI /JAMEJAMONLINE/ AFP PHOTO X de 12 Publicidade Passagem crucial para o comércio mundial é tema central na guerra entre países O vice-presidente está entre os membros do governo mais céticos quanto à ofensiva lançada contra o Irã no fim de fevereiro. Suas declarações mais recentes, porém, parecem confirmar a abordagem mais cautelosa que Trump passou a privilegiar: manter forte pressão econômica sobre o Irã. A decisão de se concentrar na pressão econômica ocorre em um momento em que a via diplomática parece bloqueada, com Washington e Teerã mantendo suas condições para a reabertura do estreito. Quanto às opções militares, a imprensa americana informou que Trump precisa lidar com um rápido esgotamento dos estoques de determinados mísseis e drones.
Vice contradiz Trump e diz que preço do petróleo é prioridade dos EUA na guerra contra o Irã
JD Vance é um dos membros do governo mais céticos quanto a benefícios da ofensiva














