Entidades da área de infraestrutura alertam que o setor pode entrar em colapso por causa da escassez de mão de obra na área e afirmam que o déficit de profissionais pode colocar em risco os custos e entregas de obras importantes, como as do novo PAC.
O alerta foi feito pela Aneor (Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias e de Infraestrutura de Transportes) e pelo Sinicon (Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada-Infraestrutura) durante reunião com o ministro da Educação, Leonardo Barchini.
No encontro, eles até admitem que o setor voltou a ganhar investimento, mas ainda falta mão de obra. O déficit atual é de 75 mil engenheiros, podendo chegar a 500 mil até 2030. E o cenário não é promissor.
As entidades afirmam que o país opera abaixo do potencial produtivo porque não há sequer trabalhadores com qualificação básica suficiente. Por isso, pediram ações concretas e urgentes do governo federal ou, dizem, o sistema vai colapsar.
O gargalo, segundo as entidades, já tem elevado os custos e afetado a qualidade das obras, colocando em risco as entregas de programas estratégicos.







