A América Latina se prepara para o que, segundo especialistas, pode ser o El Niño mais intenso já registrado, o que levanta questões sobre como esse fenômeno climático afetará a principal região exportadora de alimentos do mundo.
O El Niño, caracterizado por temperaturas da superfície do mar excepcionalmente altas na região central e oriental do Oceano Pacífico tropical, altera os padrões climáticos em todo o mundo.
Na América Latina, ele costuma trazer chuvas mais intensas ao sul, ao mesmo tempo em que aumenta os riscos de seca mais ao norte, afetando a agricultura, a produção de energia, as rotas comerciais e o meio ambiente.Um inverno excepcionalmente chuvoso no Hemisfério Sul, perturbações nos ecossistemas marinhos do Pacífico e condições de seca já estão afetando partes do Caribe e da amazônia.
Pesquisadores esperam que o fenômeno se intensifique e possa superar a intensidade do El Niño de 2015/16 —o mais forte já registrado na história moderna.
A seguir, apresentamos alguns dos impactos esperados:IRRIGAÇÃO DE CULTURAS











