A Justiça de Goiás decidiu levar a júri popular o motorista Ronaldo Alves de Oliveira, 46, acusado de envenenar os enteados com chumbinho.
Weslenny Rosa Lima, 9, não resistiu à intoxicação e morreu. O irmão, de 8 anos, foi hospitalizado, mas sobreviveu após conseguir expelir a substância do seu organismo. O caso ocorreu em 27 de março deste ano.
O advogado Tiago Custódio dos Santos, que representa o padrasto, afirmou que vai recorrer da decisão.
"A defesa mantém sua posição de que não há prova segura e individualizada de que Ronaldo tenha sido o responsável pela introdução da substância tóxica nos alimentos", afirmou por meio de uma nota.
O advogado ressaltou que a decisão de levar o réu a júri popular não representa juízo de condenação, "permanecendo Ronaldo amparado pela presunção constitucional de inocência".






