Empresa diz ainda que está “estudando alternativas de reforço de capital e endereçamento da dívida”, mas que não poderia antecipar as discussões 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Fábrica da Aeris Energy em Pecém (CE) — Foto: Divulgação O presidente da Aeris Energy, Alexandre Negrão, afirmou, nesta quarta-feira (12), que embora a taxação aplicada pelos EUA contra produtos brasileiros deixe as pás eólicas da companhia menos competitivas, a medida não afeta, no momento, as exportações, que estão sendo totalmente direcionadas para território americano. Confira os resultados e indicadores da Aeris e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 “Continuamos com o mercado robusto nos Estados Unidos apesar de toda a volatilidade envolvendo mercados, não só nas questões das tarifas, mas também nas questões de políticas internas relacionadas à energia eólica”, afirmou Negrão a analistas e investidores, durante a teleconferência sobre os resultados da empresa no segundo trimestre. Questionado também sobre a presença de fabricantes chineses no Brasil, ele disse que é um competidor a mais, mas que a oferta é menor que a da Aeris. “Acredito que o fato de a gente não retomar as receitas na época do IPO não é por conta de um concorrente, mas por conta do mercado brasileiro, que está muito longe daquilo que era na época do IPO”, disse ele, em referência à oferta pública inicial de ações realizada em 2020. A companhia também foi questionada sobre um eventual novo aporte de capital ou emissão de novas ações para reforçar seu caixa. Sobre isso, a diretora financeira da Aeris, Cristiane Barretto, disse que a empresa está “estudando alternativas de reforço de capital e endereçamento da dívida”, mas que não poderia antecipar as discussões. A companhia já passou por uma renegociação de dívida em 2025 liderada pelo ex-diretor financeiro José Azevedo. O executivo deixou o cargo em fevereiro deste ano.
Taxas nos deixam menos competitivos nos EUA, mas não atrapalham exportações, diz comando da Aeris
Empresa diz ainda que está “estudando alternativas de reforço de capital e endereçamento da dívida”, mas que não poderia antecipar as discussões







