Inspirado na moda das canetas emagrecedoras, a sensação é de que aplicaram regime similar na gigantesca fila do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). O emagrecimento artificializado vem causando efeitos acelerados na autarquia.
Em fevereiro deste ano, eram 3,1 milhões de pessoas aguardando resposta há mais de 45 dias. Hoje, a fila regrediu em quase 90% do tamanho.
Em entrevista à Record News, o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, anunciou que atualmente há cerca de 370 mil requerimentos pendentes e que devem ser zerados ainda este ano, mas pode acontecer entre setembro e outubro, antes das eleições. "Um feito inédito".
Com a mesma rapidez da inapetência de usuários de tirzepatida, princípio ativo usado nas canetas, em poucos meses a fila do INSS trocou a obesidade mórbida pela magreza anoréxica.
Com mais de 36 anos de existência, o INSS nunca apresentou esse metabolismo. Pelo contrário, vem envelhecendo mal. Cheio de comorbidades, como corrupção, inoperância, ingerência política e desorganização administrativa.






