O bilionário Mark Zuckerberg, proprietário da Meta (empresa dona do Facebook, do Instagram e do Whatsapp), veio a público se defender de acusações de que seu iate, avaliado em 300 milhões de dólares (mais de 1,5 bilhão de reais), negou ajuda a um pequeno barco que estava à deriva na região do Alasca, estado dos Estados Unidos que fica ao noroeste do Canadá.
Um porta-voz de Zuckerberg, consultado pela revista Forbes, sustenta que o empresário e seus familiares não estavam no iate no momento do incidente. Além disso, afirmou que os tripulantes da embarcação não tiveram acesso aos chamados por socorro, pois operavam em um canal de rádio diferente.
O episódio aconteceu na segunda-feira 2. Um barco de pequeno porte ficou sem combustível e solicitou socorro. O iate de Zuckerberg era a embarcação mais próxima e, por isso, conforme as regras internacionais sobre navegação, deveria prestar ajuda. Os ocupantes do barco, entretanto, só receberam assistência e foram resgatados depois que o chamado foi atendido por um pequeno navio de cruzeiro, que originalmente estava mais longe.
O caso ganhou repercussão depois que passageiros do navio de cruzeiro que fez o resgate relataram a situação nas redes sociais. Um deles afirmou que a tripulação do navio de Zuckerberg se negou a responder os contatos da Guarda Costeira dos EUA. Houve relatos de vaias dos passageiros após serem informados de que o iate de Zuckerberg deixou de prestar socorro.










