Ministro italiano da Cultura, Alessandro Giuli, classificou os restos como "uma das descobertas de arqueologia subaquática mais importantes dos últimos anos" 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ânforas encontradas em naufrágio de um navio romano com mais 2.100 anos na costa da Sicília, na Itália — Foto: Ministéria da Cultura da Itália/@mic_italia Mergulhadores italianos descobriram ao largo da costa da Sicília os restos do naufrágio de um navio romano com 2.100 anos de antiguidade, carregado com centenas de ânforas em muito bom estado, provavelmente usadas para transportar vinho. O ministro italiano da Cultura, Alessandro Giuli, classificou os restos como "uma das descobertas de arqueologia subaquática mais importantes dos últimos anos". Os restos do navio foram encontrados a cinco quilômetros da costa de Mazara del Vallo, na Sicília. Os mergulhadores da unidade de proteção do patrimônio cultural da polícia de Palermo contaram no sábado que localizaram o navio, que se estima datar de um período entre os séculos II e I antes da nossa era, a 46 metros de profundidade, após receberem um aviso de pescadores. Em uma publicação no Instagram acompanhada de um vídeo do achado, o pescador subaquático Giacomo De Mola relatou como encontrou o navio por acaso. "A visibilidade não era das melhores. Aproximei-me. E o meu coração parou. Debaixo de mim havia uma imensa superfície coberta de ânforas", recordou. O navio media 21 metros de comprimento e seis metros de largura, segundo a imprensa local. Transportava principalmente ânforas do tipo Dressel 1A, grandes e cilíndricas, que eram habitualmente usadas para transportar vinho. O Ministério da Cultura da Itália postou um video no sábado (08/08), celebrando a descoberta arqueológicas e afirmou que a pesquisa prosseguirá com novas atividades de documentação e estudo para reconstruir o contexto do naufrágio e garantir a sua preservação.
Mergulhadores encontram navio romano com centenas de ânforas com mais de 2 mil anos na costa da Sicília
Ministro italiano da Cultura, Alessandro Giuli, classificou os restos como "uma das descobertas de arqueologia subaquática mais importantes dos últimos anos"










