A Petrobras selecionou uma empresa para aquisição de créditos de carbono, gerados a partir de restauração florestal na amazônia, cujo dono é sócio de uma madeireira punida –pelo próprio governo federal– por irregularidades na exploração de madeira numa concessão florestal em área preservada no bioma.
A seleção foi feita dentro de um programa chamado ProFloresta+, iniciativa conjunta da Petrobras e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Em 22 de junho, numa cerimônia no Rio com a participação do presidente Lula (PT), as estatais anunciaram as três empresas selecionadas para o fornecimento de 5 milhões de créditos de carbono à petrolífera –cada crédito é equivalente a uma tonelada de CO2 que deixa de ser lançada na atmosfera.
Os créditos serão gerados a partir da restauração de áreas amazônicas degradadas e servirão para compensar emissões de CO2 de produtos desenvolvidos pela Petrobras. Ao BNDES caberá financiar as iniciativas de reflorestamento.
Área desmatada de floresta amazônica entre Santarém e Uruará, no Pará - Lalo de Almeida - 19.nov.24/Folhapress







