Ex-secretário estadual de Minas foi anunciado como candidato 'avulso' da federação União-Progressista, mas declarou apoio ao senador do Republicanos na disputa pelo governo 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Governador de Minas Mateus Simões, ex-secretário estadual da Casa Civil Marcelo Aro e senador Cleitinho Azevedo — Foto: Divulgação e Agência Senado Após ser deixado de lado na composição majoritária do atual governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), o ex-secretário estadual da Casa Civil busca aproximação com o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos). O parlamentar anunciou ontem, durante uma entrevista coletiva em Divinópolis (MG), que havia recebido o aval de seu partido para se lançar candidato. Durante o anúncio, Aro esteve no local ao lado do senador e publicou um registro da fala dele nas redes sociais. “É desse jeito que gostamos de te ver, Cleitinho”, escreveu na legenda da publicação. Na ocasião, o parlamentar disse que o ex-secretário o teria ajudado e que continuaria ao seu lado quando for eleito senador. — Aro também me ajudou e vai me ajudar, como governador, e ele, como senador, a cuidar dos 853 municípios. Nós vamos andar por todo o estado de Minas Gerais juntos — disse Cleitinho durante a coletiva. Influente na gestão do ex-governador Romeu Zema (Novo), Aro era cotado para concorrer ao Senado na chapa de Mateus Simões. Os dois, no entanto, romperam publicamente na semana passada após o ex-secretário passar a articular por uma candidatura própria ao governo, em uma ameaça de traição ao então aliado. Aro chegou a abrir negociações com o Republicanos, diante da hipótese de Cleitinho não sair candidato. O ex-secretário também tentou articular com o PL, mas o partido do senador Flávio Bolsonaro decidiu lançar a candidatura própria do empresário Flávio Roscoe (PL-MG). Após a ameaça de traição, foi lançado nesta semana como candidato “avulso” ao Senado da federação União-Progressista. O bloco partidário também indicou a vice da chapa de Simões. A campanha do atual governador, no entanto, decidiu não formar uma coligação para o Senado, deixando o ex-secretário isolado.