As cidades-sede dos Estados Unidos na Copa do Mundo de 2026 estão cobrando da Fifa milhões de dólares que acreditam terem sido prometidos pela entidade máxima do futebol, mas que até agora não foram pagos.
Antes da Copa do Mundo de Clubes de 2025, realizada nos Estados Unidos, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, anunciou que a entidade faria uma contribuição de US$ 1 milhão (R$ 5,1 milhões) a cada uma das 11 cidades do país que sediariam partidas durante o torneio de clubes. O valor foi descrito como uma "contribuição de legado", e ele afirmou que os recursos seriam usados para construir minicampos e apoiar "projetos sociais".
Após o anúncio de Infantino, as cidades norte-americanas que receberiam jogos em 2026 perguntaram se também teriam direito à mesma contribuição de US$ 1 milhão, considerando o papel mais amplo e oneroso de sediar várias partidas ao longo dos 39 dias da Copa do Mundo.
Segundo quatro executivos dos comitês de cidades-sede dos Estados Unidos, que pediram anonimato para preservar relacionamentos, a direção da Fifa garantiu reiteradamente às cidades que elas receberiam a mesma contribuição de US$ 1 milhão destinada a iniciativas de legado, embora a entidade jamais tenha feito qualquer declaração pública a respeito.












