Optometristas dirigiam BMW e Audi a até 160 km/h quando um dos veículos bateu de frente no carro de Rhys Jenkins, que morreu no local 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Optometristas dirigiam BMW e Audi a até 160 km/h — Foto: Divulgação Em novembro do ano passado, em Belan, no País de Gales, um pai e seu filho de 9 anos viajavam para assistir juntos ao primeiro jogo de rúgbi do País de Gales contra a Austrália quando foram atingidos frontalmente por um carro. Rhys Jenkins, de 41 anos, morreu no local, e Ioan foi levado de helicóptero a um hospital com ferimentos graves. Nesta semana, dois irmãos foram considerados culpados pelo acidente pelo Tribunal da Coroa de Mold. Abubakr Ben Yusaf, de 29 anos, foi condenado a 14 anos de prisão por causar a morte por direção perigosa e por dirigir sem seguro. Seu irmão, Umar Ben Yusaf, de 34 anos, recebeu pena de dois anos e nove meses por causar morte e lesões graves por direção negligente. Segundo o tribunal, os dois disputavam um racha em uma estrada rural na A483, dirigindo um BMW X3 e um Audi S4 a velocidades estimadas em até 160 km/h. Pai morreu no local; filho foi resgatado dos destroços O promotor David Mainstone afirmou que o BMW conduzido por Abubakr perdeu o controle e atingiu o Toyota Yaris dirigido por Jenkins, que trafegava no sentido contrário com o filho no banco do passageiro. — Rhys e seu filho pagaram um preço terrível pela condução dos irmãos, que demonstraram nenhuma consideração pelos outros usuários da via — disse. Após a colisão, os dois homens fugiram do local pela estrada em direção a Powys, mas foram posteriormente identificados e presos. Durante o julgamento, que durou oito dias, ambos negaram as acusações. Jenkins era árbitro de rúgbi no País de Gales e na Nova Zelândia e treinador de jovens na Caereinion Old Boys Rugby Association (COBRA). A família o descreveu como um marido, pai e esportista muito querido. — A perda de Rhys de uma forma tão inesperada e desnecessária foi devastadora — afirmou sua viúva, Carrie Jenkins. Ela disse esperar que o caso sirva de alerta sobre os riscos da alta velocidade e lembre aos motoristas que todos têm responsabilidade ao volante. A sargento Sara John, da Unidade de Investigação de Colisões Graves, classificou as ações dos irmãos como “catastróficas”. — O impacto de suas ações jamais poderá ser subestimado — afirmou.