As vendas de diesel pela estatal cresceram 9,3% no segundo trimestre, para R$ 38,2 bilhões; em julho, a produção do combustível foi recorde 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Tanque de diesel da Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), em Cubatão (SP) — Foto: Ricardo Frosini/Agência Petrobras A diretora de comercialização e logística da Petrobras, Angélica Laureano, disse nesta sexta-feira (7) que as margens de refino têm permitido à estatal produzir o máximo possível de diesel no mercado interno. A margem de refino, conhecida pelo jargão em inglês “crack spread”, é a diferença entre o preço do derivado em relação ao do óleo cru. No mercado, especialistas têm apontado que as margens dispararam nos últimos meses. Laureano destacou que para o terceiro trimestre, devido a uma maior demanda sazonal, a empresa terá que importar diesel. No segundo trimestre, a Petrobras apresentou o menor nível de importação de petróleo e diesel desde a pandemia. “Não há deficiência de diesel no mercado para aquisição”, disse Laureano, em participação numa teleconferência com analistas sobre os resultados do segundo trimestre. Já o diretor de processos industriais e produtos da Petrobras, William França, informou que a empresa teve recorde de produção de diesel em julho e a perspectiva é de que se mantenha o fator de utilização (FUT) das refinarias próximo de 100%. A receita de vendas de derivados no mercado interno no trimestre encerrado em junho subiu 24,7% na comparação anual, para R$ 89,5 bilhões, puxada pela maior produção nas refinarias, refletindo em aumento do FUT. Segundo a estatal, o FUT foi de 101,2%. As vendas de diesel pela estatal cresceram 9,3% no período, para R$ 38,2 bilhões, enquanto a comercialização de gasolina caiu 12,7%, para R$ 15,2 bilhões.
Margem de refino tem nos levado a produzir o máximo de diesel, diz diretora da Petrobras
As vendas de diesel pela estatal cresceram 9,3% no segundo trimestre, para R$ 38,2 bilhões; em julho, a produção do combustível foi recorde








