No segundo trimestre, a estatal recebeu R$ 9,73 bi em subvenções para comercialização de diesel, contra R$ 672 milhões no 1º tri, ao passo que para a gasolina, recebeu R$ 816 milhões 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Decisões de importação observam critérios de competitividade e rentabilidade, diz diretora da estatal — Foto: REUTERS/Adriano Machado As decisões de importação de derivados pela Petrobras observam critérios de competitividade e rentabilidade, afirmou a diretora de comercialização e logística da companhia, Angélica Laureano, nesta sexta-feira (7). Segundo ela, na formação de preços dos derivados, a empresa considera fatores como compromissos com clientes, projeções de demanda, margem de refino e logística. Leia mais:Caixa é o que viabilizará crescimento da Petrobras, diz Chambriard Confira os resultados e indicadores da Petrobras e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 Ao participar de teleconferência com analistas sobre os resultados trimestrais, Laureano observou que a companhia ainda conta com a subvenção do governo para a venda de combustíveis, o que faz com que os preços fiquem mais baixos para o consumidor, em relação ao que ocorreria sem a concessão do benefício. No segundo trimestre, a estatal recebeu R$ 9,73 bilhões em subvenções para a comercialização de diesel, contra R$ 672 milhões no primeiro trimestre, ao passo que para a gasolina, a companhia recebeu R$ 816 milhões (não houve pagamentos no primeiro trimestre). Para o GLP, a empresa recebeu R$ 84 milhões no segundo trimestre (sem repasse no primeiro trimestre).