A deputada federal declarou ao TSE ter R$ 15 mil de bens em conta corrente e fundos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Deputada Erika Hilton (PSOL-SP) é uma das lideranças de destaque no Congresso Nacional — Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados/Divulgação Candidata à reeleição, a deputada federal Erika Hilton (PSOL), de 31 anos, declarou ter R$ 15.975,73 de patrimônio ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O valor é cerca de 20,08% menor que o declarado nas eleições de 2022, quando ela informou ter R$ 19.989,96 total em bens. A maior parte dos valores declarados pela deputada se concentra no saldo em conta corrente da Caixa Econômica Federal, R$ 13.602,14. Seguido por R$ 1.745,00 em aplicação de renda fixa no banco digital Nubank, R$ 329,03 em aplicação no tesouro direto, e R$ 299,56 em aplicação RDB. Na declaração da deputada em 2022, a maior parte do patrimônio estava concentrado em aplicações de renda fixa. Na época, ela informou ter apenas R$ 4,51 na conta corrente. Segundo a Câmara dos deputados, o salário mensal bruto de Erika é R$ 46.366,19. Ela recebeu R$ 25.518,00 de auxílio-moradia, por não fazer uso de nenhum dos 447 imóveis funcionais que a Câmara dispõe em Brasília. Os deputados federais têm direito a receber auxílio-moradia de R$ 4.253,00 mensais quando não ocupam os apartamentos. Natural de Franco Da Rocha (SP), Erika é a primeira mulher negra e trans a liderar a bancada no Congresso na história do Brasil. Em 2022, venceu as eleições para deputada federal em São Paulo por 256.903 votos. Erika também disputou o cargo de vereadora de São Paulo em 2020, e foi a candidata mais votada no país. Em 2016, também concorreu ao cargo de vereadora de Itu (SP). No Instagram, soma 4,9 milhões de seguidores. Em postagem que oficializou a candidatura à reeleição como deputada federal, afirma que se eleger é “parte de um processo muito maior. De uma luta muito mais ancestral por um futuro muito melhor”. “Quero estar nas ruas pela história que eu quero continuar escrevendo. Uma história de sucesso e progresso para todas as pessoas. Para a classe trabalhadora, para as mulheres, para a população negra, para a comunidade LGBTQIA+ e por todas as pessoas marginalizadas por esse sistema exploratório e excludente”, diz no post. *Estagiária sob supervisão de Cibelle Brito