Animal, identificado como um provável varano-da-Papua, foi fotografado no norte do país; drones, armadilhas e câmeras térmicas são usados nas buscas 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Varano-da-Papua foi fotografado na zona rural de Montichiari, no norte da Itália; autoridades tentam localizar o animal desde julho — Foto: Reprodução Um lagarto de grande porte visto no interior da Itália há cerca de três semanas mobiliza uma operação de busca no norte do país e levou autoridades locais a restringirem a circulação de pedestres e ciclistas na área onde o animal foi avistado. O réptil, identificado por especialistas como um provável varano-da-Papua (Varanus salvadorii), foi fotografado na zona rural de Montichiari, na província de Brescia, e desde então não foi mais encontrado. O primeiro registro confirmado foi feito na madrugada de 17 de julho por um trabalhador rural, mas moradores afirmam que o animal já havia sido visto dias antes. Após a análise da fotografia por veterinários, o prefeito de Montichiari, Marco Togni, confirmou a autenticidade do registro e determinou uma série de medidas preventivas. Único centro de triagem de animais silvestres no RJ está fechado 1 de 8 Único centro de triagem de animais silvestres no Rio, em Seropédica, está fechado após surto de tuberculose em macacos. O lugar já não recebia animais do estado do Rio devido a problemas judiciais com o Inea. Agora, a situação se agrava. — Foto: Pedro Henrique Antunes / Ibama-RJ 2 de 8 Único centro de triagem de animais silvestres no Rio, em Seropédica, está fechado após surto de tuberculose em macacos. O lugar já não recebia animais do estado do Rio devido a problemas judiciais com o Inea. Agora, a situação se agrav — Foto: Pedro Henrique Antunes / Ibama-RJ X de 8 Publicidade 8 fotos 3 de 8 Único centro de triagem de animais silvestres no Rio, em Seropédica, está fechado após surto de tuberculose em macacos. O lugar já não recebia animais do estado do Rio devido a problemas judiciais com o Inea. Agora, a situação se agrava — Foto: Pedro Henrique Antunes / Ibama-RJ 4 de 8 Único centro de triagem de animais silvestres no Rio, em Seropédica, está fechado após surto de tuberculose em macacos. O lugar já não recebia animais do estado do Rio devido a problemas judiciais com o Inea. Agora, a situação se agrava — Foto: Pedro Henrique Antunes / Ibama-RJ X de 8 Publicidade 5 de 8 Único centro de triagem de animais silvestres no Rio, em Seropédica, está fechado após surto de tuberculose em macacos. O lugar já não recebia animais do estado do Rio devido a problemas judiciais com o Inea. Agora, a situação se agrava — Foto: Pedro Henrique Antunes / Ibama-RJ 6 de 8 Único centro de triagem de animais silvestres no Rio, em Seropédica, está fechado após surto de tuberculose em macacos. O lugar já não recebia animais do estado do Rio devido a problemas judiciais com o Inea. Agora, a situação se agrava — Foto: Pedro Henrique Antunes / Ibama-RJ X de 8 Publicidade 7 de 8 Único centro de triagem de animais silvestres no Rio, em Seropédica, está fechado após surto de tuberculose em macacos. O lugar já não recebia animais do estado do Rio devido a problemas judiciais com o Inea. Agora, a situação se agrava — Foto: Pedro Henrique Antunes / Ibama-RJ 8 de 8 Único centro de triagem de animais silvestres no Rio, em Seropédica, está fechado após surto de tuberculose em macacos. O lugar já não recebia animais do estado do Rio devido a problemas judiciais com o Inea. Agora, a situação se agrava — Foto: Pedro Henrique Antunes / Ibama-RJ X de 8 Publicidade Primatas foram atingidos por surto de tuberculose Entre elas, está a proibição temporária da circulação de pessoas a pé e de bicicleta na área onde ocorreram os avistamentos. Agricultores também foram orientados a manter fechadas as portas de galpões e cabanas durante as buscas, conduzidas pela polícia local, bombeiros e agentes florestais. A operação utiliza drones equipados com câmeras térmicas e visão noturna, além de armadilhas com iscas de frango espalhadas em pontos estratégicos. Apesar dos esforços, o animal continua desaparecido. Nativo da Indonésia e da Papua-Nova Guiné, o varano-da-Papua é considerado um dos lagartos mais longos do mundo. Pode ultrapassar 2,5 metros de comprimento, graças principalmente à longa cauda, e pertence à mesma família do dragão-de-komodo. A espécie é carnívora e se alimenta de aves, ovos e pequenos mamíferos, embora também seja capaz de capturar presas maiores, como javalis jovens e cães de caça. Especialistas afirmam que o animal pode reagir de forma agressiva quando encurralado. Além de garras afiadas e uma cauda usada como defesa, ele possui glândulas de veneno, embora não haja registros de ataques deliberados contra pessoas na natureza. O maior risco para humanos está em mordidas profundas, arranhões e possíveis infecções decorrentes dos ferimentos. As autoridades italianas acreditam que o réptil tenha escapado ou sido abandonado por alguém que o mantinha ilegalmente em cativeiro. A criação da espécie é proibida no país e, por se tratar de um animal protegido, ele não pode ser abatido, exceto em situação de legítima defesa. Caso seja capturado, será encaminhado a um centro especializado em fauna silvestre.
Lagarto gigante desaparecido mobiliza buscas e leva cidade da Itália a restringir circulação de pedestres
Animal, identificado como um provável varano-da-Papua, foi fotografado no norte do país; drones, armadilhas e câmeras térmicas são usados nas buscas







