Impressiona a capacidade que Neymar tem de se manter protagonista no noticiário esportivo. Muito mais presente do que poderia se supor depois da Copa do Mundo.

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Encerrada a competição, a qual ele começou recuperando-se de lesão –cuja gravidade não foi divulgada antes da convocação de Carletto Ancelotti– e na qual esteve pouco em campo, marcando um único gol, de pênalti, nos acréscimos da eliminação ante a Noruega, era esperado que os holofotes dessem uma desviada do camisa 10.

Que nada. Seja por isso (bate-boca com a imprensa), seja por aquilo (desistiu mesmo da seleção, como disse, ou ainda volta, como Neymar pai deixou no ar?), Neymar aparece no meu dia, e no seu também, sem que eu ou você o procuremos. E isso porque eu dou pouquíssima atenção às redes sociais, ou seria mais maciça a impregnação de sua figura, de domingo a domingo.

Assisto quase diariamente na TV a um telejornal esportivo curto, e, sempre que se fala do Santos, o apresentador, ao chamar o repórter, solta algo assim: "E o Neymar? Treinou? Vai jogar?". Nem é culpa dele. As pessoas querem saber do Neymar.