Roscoe disse que colaborou durante o governo de Jair Bolsonaro, apresentando mais de 150 medidas que foram aprovadas pelo governo 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Flávio Roscoe, candidato ao governo de MG pelo PL — Foto: Washington Alves/Valor O candidato ao governo de Minas Gerais Flávio Roscoe (PL) disse a jornalistas que o PL decidiu lançar chapa própria para o governo mineiro para evitar a volta do PT e da esquerda ao poder no Estado. “Havia a unificação em torno da campanha do senador Cleitinho [Republicanos]. Infelizmente, houve idas e vindas, vai e vem, e aí o PL, na data de ontem, decidiu lançar chapa própria, para evitar que a direita não ficasse representada e houvesse um risco real da esquerda retornar aqui ao poder em Minas Gerais. Nós não queremos que o PT volte a governar em Minas Gerais”, afirmou Roscoe. Leia mais O presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) disse que o partido avaliou primeiro apoiar Cleitinho, depois avaliou apoiar a candidatura do ex-secretário de Governo Marcelo Aro (PP), em uma composição com a federação União Progressista que não deu certo, e por fim passou a avaliar o nome do empresário Vittorio Medioli (PL), que preferiu não concorrer. E, por fim, o partido decidiu por Roscoe. Roscoe lembrou que mantém relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) desde o início da sua campanha, em 2018, e que, por meio da Fiemg, colaborou durante o governo Bolsonaro, apresentando mais de 150 medidas que foram aprovadas pelo governo. “A relação é muito antiga e sólida, e eu acredito muito nos propósitos dele e em tudo que ele fez no seu governo, e por isso mesmo estou engajado em acompanhar agora o Flávio [Bolsonaro] nessa trajetória, para que a gente possa resgatar essa injustiça que está sendo perpetuada, que é a prisão indevida do [ex-]presidente, e para que a gente possa também mudar os rumos do Brasil”, afirmou. Perguntado se vê um risco de divisão de votos da direita com a decisão do Republicanos de lançar candidatura própria, Roscoe disse que o PL foi o partido que mais trabalhou pela unificação da direita. “Não foi possível [a unificação] nesse momento, então, vamos encarar sob o aspecto positivo. A população vai ter mais de uma opção e vai escolher a que ela entender que é a melhor. Então, o espírito democrático está mantido, preservado e tenho certeza que o eleitor vai fazer a melhor escolha”, disse o candidato. Sem citar o nome, Roscoe disse que o candidato a vice-governador já está definido e será anunciado até o dia 15. Para o Senado, o PL vai concorrer apenas com um candidato, Domingos Sávio.