Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que baterias antiaéreas teriam 'salvo vidas' entre a noite de terça e a madrugada desta quarta-feira 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Sistema de defesa aéreo Patriot, de fabricação americana, durante exercício militar na Polônia — Foto: JANEK SKARZYNSKI/AFP Uma nova onda de ataques com drones e mísseis russos matou ao menos 17 pessoas e deixou dezenas de feridos em Kiev e na região metropolitana da capital da Ucrânia entre a noite de terça e a madrugada desta quarta-feira, em um momento em que as autoridades do país admitem que a falta de material balístico está afetando diretamente suas capacidades de defesa. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que vidas teriam sido salvas se o país contasse com mais munição de defesa antiaérea, após fontes militares apontarem que nenhum míssil balístico russo foi interceptado durante a última ofensiva. — Os interceptadores contra mísseis balísticos poderiam ter salvado a vida das pessoas que morreram hoje — afirmou Zelensky ao anunciar que 17 pessoas haviam sido mortas, naquele que soa como o mais recente apelo aos aliados por novas remessas de ajuda militar. Kiev ainda consegue interceptar a grande maioria dos drones lançados pela Rússia, mas depende de equipamentos enviados pelas potências ocidentais para neutralizar mísseis — sobretudo os sistemas Patriot, de fabricação americana, que Zelensky tem repetidamente solicitado autorização para produzir em território ucraniano. A Força Aérea do país, em uma contagem preliminar, informou ter derrubado 98 dos 115 drones lançados no ataque mais recente, mas não conseguiu interceptar nenhum míssil. *Matéria em atualização
Ataque russo mata 17 em Kiev, após Ucrânia não conseguir abater nenhum míssil por falta de interceptadores
Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que baterias antiaéreas teriam 'salvo vidas' entre a noite de terça e a madrugada desta quarta-feira









